quinta-feira, 17 de Abril de 2014

"Magnum e os 25 anos"

     Com toda a certeza não foi aleatória a escolha do nome a atribuir à marca que teve como objectivo prender a boca dos adultos: Magnum é uma palavra derivada do latim que significa "O Grande", como todos nós temos conhecimento.
     Quando se pensa em Magnum associa-se-lhe, instintivamente, grandiosidade, confiança e lealdade; são estas as características que esperamos duma marca que já possui 25 anos de história.
     Tal como algo grandioso, não admite superficialidade nem cobardia: os gelados são, portanto, requintados e inovadores.
     "Magnum a Grande" ganhou o respeito dos portugueses devido à qualidade e à persistência: venceu lentamente todas as batalhas travadas de ano pra ano, e conseguiu sobrepor-se às restantes marcas.
     Em suma, ao contrário do seu homónimo "Alexandre Magno", que conquistou o mundo antigo com base nos exércitos, força bruta e armas, "Magnum a Grande" tem vindo a conquistar, desde 1989, a boca de todo o mundo, especialmente dos portugueses, através dos mais finos ingredientes que deliciam o palato com a conjugação perfeita entre a textura de seda do gelado com o sabor distinto do chocolate belga.


Age

A vida é acção,
É correr, é parar para pensar,
É cair, é esfolar os joelhos,
É o que faz bater o coração.

É o que te faz sofrer,
É o que te faz sorrir,
É o que te faz amar,
É o que te faz crescer.

Age


Não há tempo a adiar.
A vida não espera,
As pessoas não esperam,
O teu coração não vai esperar.

AGE!

Se não agires agora,
A vida vai passar,
E um dia abres os olhos,
E já se foi a hora...

quinta-feira, 10 de Abril de 2014

Um dia de cada vez.



Dizem que se deve viver um dia de cada vez.
Eu acho que já vivi muitos dias, um de cada vez.
Penso que devo ter no pensamento o pensar
no dia seguinte... E no outro... e o que se segue...
Tenho de saber o que estou a fazer:
quando se vive um dia de cada vez, 
não se pensa na vida. No futuro.
Está na altura.
Quem não está connosco, está contra nós.

quarta-feira, 9 de Abril de 2014

Estou a fazer o pino.


Encontro-me apoiada nas minhas mãos,
Tentando equilibrar nos chãos,
Que quebram a cada passo que dou,
Pra longe do sítio onde estou.

A minha vida corre certa.
Digo bem, corre, és esperta.
Rapidamente, aliás, vai fugindo,
E eu parada, aqui, reflectindo...´

Vejo-a ao longe a traçar
o caminho que hei-de pisar.
Que hei-de pisar usando as mãos,
Tentando-me equilibrar nos chãos.

Ficarei a fazer o pino,
Até me decidir que termino,
Este caminho que estou a fazer,
E um novo quiser percorrer
                                       [com os pés assentes no chão.]


09/04/2014

terça-feira, 8 de Abril de 2014

Ausência

A ausência é apenas um buraco no tempo.

Um buraco negro que suga energia,
Que torna o nosso redor entorpecido,
Que nada de nada alivia.
É uma dor que nos assiste
e que lava a alma com lágrimas.
Só quando a ausência foge,
Saltamos com fervor as páginas...
As páginas onde escrevemos,
Vezes sem conta a ausência,
O vazio, a falta, o afastamento,
A inexistência, a carência...
Vezes sem conta escrevemos,
Vezes sem conta esquecemos,
Vezes sem conta a ausência de ser
Só nos faz, na ausência, perder...

08.04.2014


segunda-feira, 5 de Novembro de 2012

És

És uma força bruta
 
Bruta como a água
Que lentamente derruba um tronco
Bruta como a água
 
Que rapidamente inunda uma cidade
 
És ânimo, coragem
 
Enfrentando os teus medos
 
Como o bandarilheiro enfrenta o touro
 
Enfrentando os teus medos
Como a criança encara a noite encoberta
 
 
És sorriso, amor
Sempre desse lado
Como um Anjo da Guarda que protege
 
Sempre desse lado
 
Como uma mulher que ampara o mundo


segunda-feira, 29 de Outubro de 2012

Encruzilhada


Cada um de nós tem um percurso.
Cada pessoa tem uma alma.
Essa alma traça um caminho,
Mas com muita calma,
Os nossos pés trilham outro.
 
Cada um de nós tem uma insígnia,
Tatuada, bem fundo, no coração.
Mas quando ele bate, bate,
Essa divisa perde coloração,
Acabando por se esquecer.
                                               [A razão por que bate]
 
É tão mais fácil esquecer,
Trilhar outro caminho,
Longe da dor, do sofrimento,
Fugir de dar carinho,
A quem precisa.
 
É difícil encarar a realidade,
Que está mesmo ao nosso lado,
Em quem gostamos, amamos,
Num sofrimento indeterminado…
E nós seguimos, pra sofrermos.
                                                               [Nós!]
 
Demos de nos dar, de entregar
Essa insígnia ao nosso coração
Esse percurso aos nossos pés,
Temos de ajudar e dar a mão
A quem precisa, e nunca esquecer…

A fork on the road, por desconhecido.